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8 YouTubers pouco conhecidas que falam sobre feminismo

em 25/05/2016 por Gleici Duarte

É incrível como cada vez mais temos ouvi falar sobre feminismo na internet, né? Felizmente, cada vez mais conseguimos quebrar o tabu que o termo carrega consigo e trazer informação a tantas pessoas.

A intenção desse post é trazer algumas YouTubers que são pouco conhecidas, mas que têm uma oratória bacana e coerente para falarmos sobre esse tema sob várias perspectivas e vivências.

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  • A Nataly Nery, do canal Afro e Afins tem foco sobre  identidade racial, feminismo negro e empoderamento. Vale a pena ver também os vídeos sobre apropriação cultural e colorismo.

  • A Carolina Rubio tem um discurso rad, aborda temas que confrontam teoria queer e também explica de uma forma bem bacana sobre vertentes de feminismo.

  • Também sobre feminismo negro e empoderamento das mulheres negras, temos a Monique Santos, do canal Neggata.

  • Ana Roxo tem uma narrativa super didática e leve, é bacana pra entender um pouco sobre política e sociedade.

  • Clara Rocca tem um canal maravilhoso que aborda vários temas feministas de maneira simplificada, desde o local de fala, rivalidade feminina, violência de gênero e muito mais.

  • A Sá Ollebar é uma negra maravilhosa que fala sobre empoderamento, maternidade, beleza e auto-estima.

  • O canal da Marjorie Rodrigues é bastante variado, falando sobre comportamento, relacionamentos e feminismo.

  • Sofia in the sky tem vídeos sobre gordofobia, ansiedade, feminismo. Vale a pena conferir!

Dar espaço para que essas meninas apareçam é algo simples e que pode desencadear várias coisas legais e construtivas pra gente. Não se esqueçam de se inscreverem nos canais acima e compartilharem esse post para suas amigas.

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5 coisas para empoderar uma menina contra os estereótipos

em 18/04/2016 por Gleici Duarte

Usar rosa, idealizar princesas, ser delicada, obediente, uma mocinha. Desde o nosso nascimento, existe uma socialização estereotipada sobre como ser uma menina e como se comportar como uma. Isso deixa claro o caminho para a idealização de coisas como ser mãe, dona de casa, vaidosa, meiga, não boa suficiente para certos esportes ou profissões.

Enquanto os meninos brincam de legos, esportes e jogos de ação e tática, meninas ficam com bonecas e casinha. Existem estudos que apontam que os discursos repetidos na escola de que matemática é para meninos afasta garotas de carreiras na ciência, o que gera um impacto negativo no número de mulheres cientistas por todo o mundo.

A adolescência vem, e trás com ela o trabalho iniciado na infância: vaidade precoce, comportamentos considerados femininos, competição e rivalidade feminina, insegurança e e sentimento inferioridade perante a algumas ações de garotos.

Podemos ter um papel fundamental nesta geração que está por vir, seja com nossas filhas, irmãs, sobrinhas, filhas de amigas. Incentivar e empoderar uma menina é mais simples do que parece e surte efeitos incríveis na auto-estima e na construção de um mundo mais justo.

Não restrinja brinquedos ou cores

Não existe essa de brinquedos de meninas ou de meninos. Não é feio ela se interessar por um carrinho ou montar um castelo de legos. As cores não têm designação de gênero, ela pode usar um vestido azul que combine com uma máscara de super herói e não há nada de errado nisso. Incentive o uso de jogos que usam estratégias e criatividade e ela sempre terá familiaridade com desafios. Ah, e os pais que têm medo de meninos brincarem de boneca têm medo de quê? Do garoto ser um bom pai?

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Atenção aos adjetivos

Que tal trocar o “princesa” por “corajosa”? Ou o “bonita” por “esperta”? Alimente a estima da criança dizendo que ela pode ser quem ela quiser, independente da sua beleza. Ela pode ser forte, guerreira, aventureira, inteligente. Quando crescer, pode ser uma cientista e inventar coisas legais, ou uma engenheira e construir prédios enormes. Que tal médica? E presidenta? Ela é uma garota incrível e pode ser quem quiser.

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Vaidade no momento certo

Algumas acham fofo uma criança se interessar por batom e saltos ainda na infância, mas isso gera uma pressão desnecessária para um amadurecimento precoce da menina. Usar maquiagem, roupas e posturas que não condizem com crianças contribui também para uma sexualização anormal e precoce. Deixem crianças serem crianças e descobrirem o próprio amadurecimento de maneira natural. Converse com meninas sobre o porquê desses comportamentos e elogie posturas condizentes a idade.

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Ensine-a a se defender

Em diversos meios de nossa sociedade, diminuem meninas pelo seu gênero. “Você fala como uma mulherzinha!”, “Você corre como uma garotinha!”, “Você não pode sentar assim porque é uma menina!”. Repita que ser uma garota não a torna menor que ninguém, e que ela é perfeitamente capaz de conseguir o que ela quiser.

Atenção aos costumes ensinados de maneira errada! Não é correto incentivar contato físico (abraços, beijos) com parentes ou amigos caso a criança esteja desconfortável. Converse sobre invasão de espaço, intimidade e toque físico. Infelizmente, também precisamos preparar meninas para esse tipo de situações.

Preschool children doing activities.

Para elogiar uma garota, você não precisa diminuir outra

Ter isso em mente é difícil em várias etapas de nossa vida. Frases como “Você é muito mais madura que as outras garotas da sua idade” ou “Gosto de você porque você não é como as outras meninas” usa a diminuição de outras garotas para que uma se sinta especial. É errado porque cria uma rivalidade intrínseca desnecessária. Garotas são especiais em características diferentes, e frisar que não somos rivais é essencial para uma sociedade mais justa e empática.

 

Pequenas ações que podem transformar a vida de crianças e adolescentes ao nosso redor. Eu acredito num mundo mais seguro e igualitário para nós mulheres, e vocês?