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Beleza

5 lições incríveis que aprendemos com a Lush

em 15/05/2018 por Karen Bachini

Sim, amigos! Ficamos todos arrasados com a notícia de que a Lush, depois de quase 5 anos de retorno ao país, deixará o Brasil mais uma vez. No dia 20 de Junho as atividades por aqui serão oficialmente encerradas e a partir daí não haverão mais lojas nem fabricas. O motivo? Bem, você sabe: no Brasil existem muitas taxas tributárias, burocracias e tudo mais que tornam o sonho de empreender um desafio bem desgastante – é assim com muitas empresas e infelizmente não foi diferente com a Lush!

Pra tentar tornar o processo da despedida um pouco menos difícil, listei 5 lições que todos nós aprendemos com a Lush – afinal, a marca vai embora, mas o seu legado continua! Olha só:

Lição 1#: Rotina de beleza e cuidados não precisa ser chata

Essa lição eu aprendi logo na minha primeira visita à uma loja da Lush. Os produtos de beleza feitos artesanalmente com ingredientes naturais como frutas, flores e raízes são dispostos na loja de um jeito tão interessante que até parece que você está entrando em uma mercearia. Tudo é muito colorido e você acaba não sabendo direito o que é de comer e o que é de passar – tem sabonete em forma de queijo, bombas de banho que mais parecem frutas frescas e barras de massagem que lembram doces caseiros.

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Todo esse apelo visual (e olfativo, claro!) traz uma mensagem muito importante: a rotina de cuidados e higiene pessoal não precisa ser chata! E é por isso que todos os produtos da marca possuem elementos lúdicos e sensoriais que instigam bastante todos os nossos sentidos. É meio difícil de explicar, mas parece que a marca consegue tornar atividades comuns do dia-a-dia (como escovar os dentes e tomar um banho) bem mais divertidas e com uma sensação extra de bem-estar, sabe? Quem já experimentou algum dos produtos da Lush sabe bem o que eu estou falando…

Lição 2#: Vale a pena lutar pelo direito dos animais

A Lush se considera uma marca ativista e isso significa que ela se orgulha de estar engajada a muitas causas, sendo a principal delas a luta contra os testes em animais. A marca inglesa não só se contenta em não praticar (nem comprar matéria-prima de quem pratica) como também a atacar empresas que testam em animais, promovendo campanhas de conscientização e premiando anualmente cientistas que desenvolvem novas maneiras de fazer cosméticos sem a necessidade de animais para testes.

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Com isso, aprendemos que vale a pena incentivar e dar preferências às marcas que não praticam crueldade contra os animais.

Lição 3#: Vale a pena lutar pelo nosso planeta

Outra causa que a marca abraça com muita força tem a ver com o nosso planeta. A Lush é tão engajada com a sustentabilidade que, para reduzir as agressões ao meio ambiente sem comprometer a qualidade dos produtos, só adota ingredientes orgânicos  e processos não poluentes em suas fábricas. Além disso, toda a água de suas fábricas é tratada e reutilizada, e a criação de produtos sem conservantes e sem água na composição (como os shampoos em barra, por exemplo) foi uma das maneiras que a marca encontrou para economizar mais de 450 mil litros de água por ano!!!

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Nas lojas, a marca também aboliu sacos plásticos e todos os itens comprados são embalados na hora com único papel (reciclável, é claro!). Os preços dos produtos são sinalizados com giz em pequenos quadros negros. O look pelado reforça o apelo com a sustentabilidade – 38% de todos os produtos no catálogo não possuem embalagem alguma e o restante tem embalagens mais minimalista, sempre que possível, biodegradáveis. Um verdadeiro exemplo a ser seguido!

Lição 4#: Engaje-se naquilo que você acredita

Não são só causas com os animais e meio ambiente que a marca defende. A Lush também é bem ativa em algumas questões políticas e sociais.

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Uma que marcou bastante a gente foi campanha #tambéméviolência, contra violência doméstica. A marca trouxe pra dentro de uma das suas lojas, em São Paulo, mulheres conhecedoras da Lei Maria da Penha pra ajudar outras mulheres a identificar e denunciar abusos sofridos dentro de casa. Foi muito impactante!

A Lush também é comprometida com causas ligadas à condições justas de trabalho e é bem envolvida com a caridade, doando quase sempre parte dos seus lucros para ONGs e etc.

Lição 5#: Andar na contra-mão é possível 

Ninguém sabe explicar ao certo como uma marca que começou dentro de uma cozinha, no Reino Unido, e que desde o início ignora completamente todas as tendências da industria de cosméticos pode ter prosperado tanto. Tudo bem que aqui no Brasil ela não atingiu o objetivo que esperava, mas fora daqui a Lush só tem cada vez mais força! E a lição que a gente pode aprender com isso é que, às vezes, bancar o bicho-grilo e permanecer livre pra criar coisas novas sem abrir mão dos seus ideais sempre vai valer a pena. A Lush é realmente uma empresa diferente e deixa um legado a onde passa.

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Vamos sentir muita falta dela por aqui e estamos esperançosos que isso seja apenas um até logo e não um adeus definitivo!

Pelo menos uma boa notícia!

Depois de dar o triste comunicado da sua partida, a Lush anunciou que não vai deixar os amantes da marca completamente órfãos dos seus produtos favoritos. Todas as lojas estarão com 50% de desconto em todos os seus produtos até o dia 20 de Junho. Então, essa é a sua última chance de fazer um estoque em casa!

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Moda

5 lições que eu aprendi tendo um guarda-roupa minimalista

em 16/01/2018 por Renata Stanquini

A primeira vez que eu ouvi falar em guarda-roupa cápsula (aquele método que te desafia a viver com apenas 37 peças de roupa) eu achei um completo absurdo.

“Até parece que eu vou reduzir meu closet a essa miséria. Logo eu que vivo reclamando que não tenho nada pra vestir…” 

Mas, passando esse momento de total preconceito, tornei a avaliar a proposta. Faz sentido ter um guarda-roupa minimalista: com menos opções você acaba gastando menos tempo escolhendo, reduz o trabalho na lavanderia e ainda abre espaço no guarda-roupa para se organizar melhor.

Sem contar que, parando pra pensar, quem precisa de mais do que isso para se vestir bem? A maioria das mulheres estilosas de quem eu me inspiro não costumam sair muito do clássico para ficarem lindas no seu dia-a-dia. Olha a Gisele, por exemplo: ela sempre aposta no combo jeans + camiseta branca e está pronta pra sair!

(Tá. O exemplo da Gisele foi sacanagem, mas deu pra entender…)

Enfim! Fato é que já vai completar 1 ano desde que eu adotei esse estilo de vida mais minimalista. Meu closet atualmente não chega a 45 peças (incluindo bolsas e sapatos). Abandonei o hábito de comprar mais de 3 pares de sapatos por mês e desencanei totalmente da ideia de ter que comprar “roupa nova” toda vez que um evento surge.

Hoje em dia, posso afirmar sem medo que me tornei uma pessoa mais editada, menos consumista e bem mais consciente em relação ao dinheiro.

E pra te provar que esse método tem mesmo muito a ensinar, listei 5 lições que eu aprendi tendo uma guarda-roupa minimalista. Olha só:

1. Não é pra todo mundo

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Bom, a primeira coisa que eu aprendi é que não é pra todo mundo. Embora eu acredite que qualquer um pode aprender esse método, tenho consciência de que nem todas as pessoas ficariam felizes com ele. Tem gente que realmente ama comprar roupas, gosta de se expressar através delas e faz disso um hobby. Pra esse tipo de pessoa um guarda-roupa minimalista tiraria toda a sua essência, sabe?

Por isso, um conselho que eu dou pra todo mundo que me questiona sobre o meu novo closet é: faça um test-drive.

É assim: primeiro faça uma lista das peças do seu guarda-roupa que você não vive sem, aquelas que você usa pelo menos uma vez por semana e que, se deixassem, você usaria todos os dias. Se tiver dificuldade de selecionar, tente pelo menos se lembrar das peças que você usou nos últimos 2 meses e separe-as. Regra: você pode definir quantas peças quer ter, mas o ideal é que essa seleção não passe de 40 peças, ok?

Depois disso, pegue as roupas que sobraram e coloque em algum lugar onde você não possa ver. Pode ser em uma mala, em uma sacola em cima do armário, debaixo da cama- onde achar melhor! E passe os próximos 2 meses usando apenas o que ficou no seu guarda-roupa.

Se no fim desse test-drive você perceber que não sentiu falta de quase nada e que a quantidade foi o suficiente para você se sentir bem vestida todos os dias, você é uma candidata a ter um guarda-roupa minimalista em potencial!

Agora, se ficou irritada ou desejou todos os dias ir ao shopping para procurar alívio a toda sua tensão, esqueça. Minimalismo não é pra você!

2. Dá trabalho no começo

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Como toda mudança de hábito, aderir a esse método também exige um pouco de esforço no começo. Primeiro porque sua mente consumista vai demora para se converter (vai por mim, aconteceu comigo). Segundo, você acaba sendo obrigada a ser mais criativa na hora de se vestir. E, por fim, porque você nem sempre vai começar com uma lista de peças já definida.

Muitas pessoas precisam até reconstruir o próprio estilo para finalmente definir uma seleção eficiente de peças. Nessa fase é preciso avaliar cuidadosamente o que você gosta e o que não gosta sobre seu guarda-roupa, reunir referências do estilo que gostaria de ter e ir atrás de peças que traduzem seu novo “eu”.

Eu também tive que iniciar daí. No começo eu até tive que continuar comprando roupa, só que não do mesmo jeito nem na mesma quantidade que antes.

Se antigamente eu comprava roupa adoidado, baseado no método curti-levei, agora eu passei a comprar roupas que fazem sentido para meu novo closet – ou seja, apenas peças-chaves que combinam com todo o restante do meu guarda-roupa. E, claro, sempre seguindo aquela regra: se entrar uma peça, outra tem que sair. 

Foram pelo menos 6 meses até que eu me sentisse 100% satisfeita com as roupas que tinha. Mas valeu super a pena todo o trabalho porque, ultimamente, anda bem mais fácil e natural combinar os meus looks todos os dias pela manhã.

 3. Closet organizado é consequência

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Outra lição que eu aprendi é que, tendo menos roupas e acessórios, até o seu closet fica mais organizado. Também, não é pra menos: trocar um guarda-roupa todo abarrotado de roupas, daqueles que não cabia mais nem um brinco na primeira gaveta, por uma quantidade bem mais reduzida de peças, obviamente o resultado vai ser um closet mais organizado.

Sem contar que a maior parte das vezes que eu fazia bagunça no meu armário, era tentando procurar alguma coisa legal pra vestir. Com opções mais resumidas e peças que vão bem com qualquer coisa, me tornei bem mais objetiva e – consequentemente – menos bagunceira.

4. Tendências passageiras são ignoradas

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Eu nunca me considerei a louca da moda, mas não vou mentir que sempre gostei. Estou sempre em busca de tendências e, dependendo, adoto várias delas ao meu estilo. Mas uma coisa que eu percebi depois de adotar o guarda-roupa mais minimalista é que eu passei a ter um feeling mais aguçado sobre as tendências que valem a pena investir, e aquelas que serão tão passageiras que nem vale o trabalho.

Esse feeling é ótimo porque evita que você gaste dinheiro a toa ou invista em algo que, no fundo, no fundo, não tem nada a ver com você.

5. É um exercício a simplicidade

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Por último e mais importante, eu aprendi a exercitar a simplicidade. As vezes a gente se deixa engolir pelo nosso consumismo tão estimulado diariamente. Mas sabe, você não precisa de tanto. A verdade é que você não precisa de quase nada. Tendo onde morar, o que comer, saúde, amigos e família – o resto é resto!

É claro que eu amo me vestir bem, me sentir bonita e elegante, mas isso já não precisa mais ter o peso que tinha antes, sabe? É só algo que eu gosto, mas que não pode tirar minha paz. Tem que ser algo leve, que torna a vida mais simples – do contrário, não serve.

 Fica aí essa reflexão.

E você, o que acha do método guarda-roupa cápsula? Já pensou em fazer? COMENTE!