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Comportamento

Terapia e psicólogo: Quem precisa e quando começar?

em 13/01/2017 por Gleici Duarte

Ainda existe um grande tabu sobre terapia e psicólogo. As pessoas acham que quem precisa de ajuda psicológica, necessariamente, são apenas depressivos, esquizofrênicos ou pessoas com doenças psicológicas sérias.

A realidade não é bem assim. Terapia existe pra ajudar as pessoas a resolverem seus problemas, e problemas todos nós temos, logo, faz terapia quem quer resolvê-los.

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Sempre que recomendo alguém a fazer terapia, na maioria das vezes a pessoa vê isso como uma ofensa, quando na verdade é apenas uma dica de como passar por um processo difícil ou doloroso com ajuda e mais facilidade.

Comecei a fazer acompanhamento com psicólogo quando eu estava na graduação. Eu me sentia muito perdida e sem foco com relação às minhas escolhas e ao rumo do meu curso e vida profissional. A terapia ajudou a trabalhar diversos pontos da minha vida, e foi notória a evolução.

São pequenos aprendizados a cada encontro. Você aprende a se posicionar, a verbalizar o que sente, se expressar e contextualizar os fatos. Isso é um grande aprendizado sobre nossas relações e a maneira com que encaramos nossos problemas e vivências.

Existem diversas abordagens dentro da terapia psicológica, como psicanálise, Gestalt, behaviorismo, e cada pessoa se adapta de acordo com a suas vivências e necessidades. Tenho amigos que tratam auto-sabotagem e desorganização com behaviorismo, outros que vão à raiz dos problemas com psicanálise. Eu me encontrei na Gestalt e tem funcionado muito bem há três anos.

Porém, também sei que não é fácil dar o primeiro passo e procurar ajuda. Se você quebra uma perna, você vai ao médico. Se você tem um dente com cárie, você vai ao dentista. Por que temos receio de procurar um psicólogo se não estamos nos sentindo bem conosco? Não encare a terapia como um atestado de incapacidade de lidar com os próprios sentimentos, e sim como um primeiro passo para organizar suas emoções.

O preço das consultas varia de acordo com a abordagem e experiência de cada psicólogo. Pra quem não pode arcar com os custos, procure se informar sobre os atendimentos ao público nas faculdades e universidades que oferecem curso de psicologia, pois sempre há vagas para a população.

Então, fica aí a dica para um novo ano: Vamos conhecer melhor os nossos problemas e limitações?

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Por que o coaching mudou a minha vida

em 05/01/2017 por Renata Stanquini

Já faz tempo que eu quero escrever sobre esse assunto no blog, mas nunca encontrava a hora certa pra isso. Agora que estamos oficialmente em 2017, acho que não existe melhor hora pra trazer esse tema, afinal, estamos com a cabeça mais fresca, cheia de planos e promessas pro ano que se inicia – o estado de espírito ideal pra se começar o coaching.

  • o que é coaching?

Antes de eu falar tudo que o coaching mudou na minha vida, deixa eu primeiro explicar o que ele significa. Bom, pra quem não sabe, coaching não é terapia, não é religião, nem conversinha pra boi dormir.

Pense num treinador de futebol. Ele incentiva, avalia e ajuda cada um dos jogadores para que eles deem o melhor de si mesmos em campo. Da mesma maneira o coach (que significa treinador em inglês) é o profissional que ajuda o seu cliente (coachee) a estabelecer metas e a evoluir em cada área da sua vida por meio de algumas técnicas e ferramentas.

  • minha experiência:

Comecei o coaching em maio de 2015 e foi necessária 1 sessão por semana durante uns 4 meses para que eu recebesse alta (é assim que eles falam quando o coachee já está pronto para andar com as próprias pernas). Agora vamos ao que interessa: o coaching mudou minha vida por que…

Me ajudou a conhecer melhor minhas fraquezas

fraquezas

Logo nas primeiras sessões, a minha coach passou alguns questionários pra eu responder. As perguntas eram bem variadas e foram fundamentais pra que ela me conhecesse melhor e entendesse quais eram minhas principais fraquezas – ou, em outras palavras, meus defeitos. Depois de avaliar cada uma das minhas respostas, minha coach me mostrou um gráfico (SIM, um gráfico!) que resumia MUITO BEM quem era a Renata que vos fala… Todas as minhas qualidades que eu não via e todos os meus defeitos que eu não queria enxergar estavam ali, na minha frente sem ter como eu fugir.

Era como se alguém tivesse colocado um espelho diante de mim. Eu ouvi coisas que eu não queria. Chorei, e chorei muito. Ali ficou escancarado que o principal motivo pelo qual eu não crescia, evoluía ou deixava de alcançar meus objetivos era eu mesma. Estava declarado guerra: eu, inimiga de mim mesma. Foi a partir daí que ela começou a me ajudar a vencer minhas limitações e usar minhas forças ao meu favor. Hoje posso dizer que autoconhecimento é tudo!

E minhas forças

forças

Identificar minhas fraquezas não foi fácil, mas com certeza foi essencial pra que eu potencializasse os meus pontos positivos. A gente muitas vezes se auto-sabota… temos a tendência de achar que não temos talentos o suficiente, ficamos nos comparando com outras pessoas e nos casos mais extremos até chegamos a pensar que não vamos chegar a lugar nenhum. Com o coaching eu pude declarar, sim, guerra contra meus defeitos, mas também aprendi a valorizar o que eu tenho de bom e ter uma visão mais otimista sobre mim mesma…

Me ensinou a me relacionar melhor

relacionamento

Dentre as minhas principais fraquezas estava essa: a mania de fugir de conflitos. E isso me fazia mais mal do que eu pensava. Eu que sempre julguei a minha “passividade” um ponto positivo, percebi com a ajuda do coaching que eu precisava ser mais agressiva (no bom sentido da palavra) se quisesse alcançar meus objetivos. Foi aí que a minha coach começou a me passar alguma tarefas que eu devia cumprir até o nosso próximo encontro. Uma delas (e a mais difícil) foi “incitar” uma discussão com uma pessoa que eu tinha dificuldade de me relacionar. O objetivo era que eu aprendesse a devolver melhor meus argumentos, ter firmeza na voz sem perder o respeito e a lutar pelas coisas que eu acredito sem baixar a cabeça.

No começo foi muito complicado. Em menos de 5 minutos de discussão eu já estava chorando e querendo “concordar” com a pessoa só pra sair daquele desconforto. Na segunda vez eu me sai melhor… gaguejei, mas não chorei… (grande avanço!). Depois de mais algumas tentativas posso dizer que hoje consigo lidar melhor com situações de conflito sem perder o jogo de cintura.

Vencer isso foi muito importante pra mim porque minha covardia impedia que as pessoas em minha volta me conhecessem de verdade… eu nunca falava o que eu sentia porque tinha medo de magoar a outra pessoa ou causar um problema. É claro que isso não significa que agora eu sou briguenta – longe disso! É só que agora eu consigo expressar melhor minhas ideias, sendo prudente no falar e sincera em cada palavra.

Me ajudou a estabelecer metas

metas

Minha dificuldade de enfrentar conflitos também influenciava diretamente minha área profissional. Depois de quase 2 anos de formada, eu ainda não tinha conseguido arrumar um emprego na minha área porque tinha medo de tentar e me frustrar. Eu sonhava pequeno, empurrava tudo com a barriga e nem queria pensar no futuro – era muito assustador pra mim! Com pouco mais de 4 semanas de coaching eu já me vi mais motivada a colocar no papel cada um dos meus planos profissionais e definir ações para chegar lá.

Coisas que eu obtive por causa do coaching

Eu poderia fazer uma lista imensa de coisas que eu conquistei por causa do coaching. Mas, pra esse post não ficar gigante, separei as 2 principais. Olha só:

Um emprego que eu amo

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Desde que eu entrei na faculdade (me formei em Design de Produto) o meu sonho era trabalhar na área de beleza – desenvolvendo conceito de novos produtos, estudar o mercado para novos lançamentos, essas coisas. Mas depois de um NÃO bem grande em uma entrevista de uma empresa que eu sonhava em trabalhar, eu desanimei totalmente da ideia e passei a me sentir um fracasso total: “talvez eu não seja tão boa assim” – eu pensava.

Por causa do coaching eu me senti mais motivada a perseguir esse sonho e comecei a fazer tudo que estava ao meu alcance para conquistar o emprego dos sonhos. Crie meu blog, comecei a ler mais sobre o assunto, procurei pessoas da área para conversar e estabelecer networking e coisas do tipo. Em poucos meses fiquei sabendo que a Karen (sim, a dona desse blog) estava a procura de uma assistente. Me candidatei a vaga, fiz a entrevista e BANG! Já completei um ano aqui! É ou não é pra aplaudir de pé?

Novos objetivos, novos sonhos

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Lembra quando eu disse que temia o futuro? Agora não mais… O coaching me ajudou a definir metas a curto e longo prazo. Me tornei mais sonhadora e mais pé no chão ao mesmo tempo. São mais que sonhos, são metas que eu posso chegar se eu me organizar, me esforçar e dar tudo de mim.

Concluindo… 

Posso dizer que todas essas coisas mudaram completamente minha vida. Num intervalo de 4 meses eu já estava trabalhando na área que eu tanto sonhava, explorando em todos os sentidos o meu potencial pra continuar crescendo e avançando. É claro que essa é minha experiência… tem gente que demora mais e outras menos pra ver resultados claros no coaching, mas, independente disso, uma coisa é certa: funciona mesmo! E eu tenho plena certeza que todo mundo devia fazer!

Sobre minha coach

Eu fiz coaching com uma profissional de Brotas, Maria Inês Campos. Nossas sessões eram feitas por skype e aconteciam 1 vez por semana durante 1 hora. Eu super indico ela e tenho certeza que vocês vão adorar! O e-mail dela é cep.coachingpe@gmail.com e o telefone é (14) 99113-2099. Ela também tem uma página no facebook, a CEP – coaching empresarial e pessoal onde ela sempre posta frases motivacionais e materiais super interessantes. 

Agora me conta… Você já fez coaching? Então conta pra mim como foi sua experiência. BEIJOS!