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Geek e Tecnologia

Playstation e a Realidade Virtual

em 18/03/2016 por Mayra Alcace

Parece que nunca estamos satisfeitos e sempre estamos esperando por mais; e a área tecnológica é uma das que mais sofre com isso. Quando os pesquisadores mal acabaram de concluir um projeto, lá vai a gente encher as paciências deles de novo para pedir coisas novas. Mas né, é a vida, hehe.

A sensação da vez é a realidade virtual. Se você é como eu, imagino que quando ouviu falar a primeira vez do assunto ficou toda eufórica, dançando no meio da sala e queria sair gritando por ai. Mas, o que de fato é a realidade virtual e como podemos usá-la ao nosso favor, você sabe?

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Realidade virtual é o uso de diversas tecnologias capazes de enganar o cérebro do usuário para que o mesmo entre em um mundo virtual jamais visto. Costuma funcionar através de estímulos visuais e auditivos com o uso de headsets que cobrem completamente olhos e orelhas, privando o usuário de ouvir e ver estímulos externos. Ela começou a se desenvolver em várias áreas diferentes a partir dos anos 70, com os simuladores de voo. Mas o uso do termo “realidade virtual” começou a ser usado mesmo em 1989, em artigos sobre o assunto. O seu uso não se restringe a jogos: vai mais além, como por exemplo a segurança em atividades de risco, na indústria e na ciência.

Mas, a notícia não é sobre estudos sobre a realidade virtual, e sim sobre o óculos da Sony para o console de video game PlayStation dessa tecnologia (acho que você já tinha percebido pelo título, né?).
playstation
Durante a Game Developers Conference de 2016, a Sony finalmente anunciou o preço e quando o PlayStation VR, nome do óculos de realidade virtual da marca. O dispositivo tem a chegada programada no mercado para outubro, pela bagatela de US$ 399,00, R$ 1500,00 em conversão direta – mas não se animem, com a vinda do produto, a tendência é ficar mais caro por causa das tributações que são inclusas quando o produto é importado. Por mais que seja caro, o aparato ainda está mais barato que os demais disponíveis no mercado, como o óculos Rift (Oculus) que está por US$ 599 ou R$ 2,2 mil e com o óculos Vive (HTC) que está por US$ 799 ou R$ 3 mil.

O óculos só vai poder seu usado com PlayStation 4 que tenha a câmera (PlayStation 4 Camera) vendida separadamente e que está no mercado desde o lançamento do console. “Nós acreditamos que a realidade virtual é o próximo passo nesta jornada e garantimos uma completa nova era de jogos”, afirma Andrew House, CEO da Sony Computer Entertainment.

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Quem decidir comprar o PlayStation VR, vai ter uma pequena caixa com outros objetos, como um fones de ouvido estéreo. O dispositivo também acompanha uma pequena caixa responsável por fornecer o processamento extra que o torna capaz de trabalhar com ambientes virtuais.

Com uma funcionalidade dessa disponível no mercado e tão perto da gente, o simples ato de jogar video game vai ser revolucionado. Quem já está animado com o lançamento do óculos de realidade virtual levanta a mão o/!

Geek e Tecnologia

Jogar vídeo game não é pra mim

em 09/09/2015 por Karen Bachini

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Eu cresci numa família super tradicional numa cidade pequena do interior. Quando você mora num lugar assim acaba crescendo com muitas regras e tradições em volta de você.

“Carrinho é brinquedo de menino, você precisa brincar com suas bonecas.” “Brincar na rua com os meninos? Jamais! Você é menina, precisa fazer coisas de meninas.” “Vídeo games são para meninos.”

Essas são só algumas das regras que eu já ouvi por aí, mas a verdade é que mesmo sendo super liberal, a gente ainda tem preconceitos sobre o que os meninos e meninas podem fazer.

Mesmo os meus pais não achando errado que eu jogasse vídeo game eles com certeza preferiam que eu passasse meu tempo fazendo outra coisa, tipo brincar de bonecas, desenhar ou cozinhar, porque essas eram coisas apropriadas para meninas. E por mais que eu pudesse jogar em casa, ir naquelas lojas cheias de computadores (chamadas lan houses) era muito errado – proibido para mim.

E eu nunca entendi porque eu não podia ir num lugar onde as pessoas faziam exatamente o que eu gostava de fazer – jogar vídeo game. E meu pai sempre me disse que não existia amizade entre meninos e meninas, e que eu só podia ter amigas meninas – que não jogavam jogos como eu gostava de jogar, afinal essa era uma coisa de menino, e quase nenhuma menina fazia isso na época.

Eu me sentia estranha, um peixe fora d’água, vivendo num universo onde a maioria das pessoas era normal e EU era diferente e errada, porque gostava de fazer coisas que não eram certas aos olhos dos outros, mas dentro do meu coração eu nunca vi nada errado nisso.

Além de sofrer preconceito fora do mundo dos jogos, também sofria no mundo dos jogos. Os meninos que jogavam sempre esperavam menos de mim, e achavam impossível que eu fosse menina. Inclusive um grupo de jogadores uma vez apostou que eu era um homem me fazendo passar de menina, acreditam?

Muitas vezes eu jogava os jogos com nomes de meninos, e nunca colocava um nome que me identificava como menina, no máximo algo que podia ser nick de homem ou mulher.

Eu nunca fui uma pessoa fácil de intimidar, e sempre tive na cabeça que jogar vídeo game não tinha nada de errado, porque não tinha mesmo. E se era uma coisa de meninos ou de meninas? Isso nunca importou pra mim, porque sempre acreditei que as pessoas podem gostar do que quiserem, independente de sexo ou gênero. Eu continuei jogando games, e comecei a achar mais meninas que jogavam também. A gente acabava formando grupinhos e jogando juntas sabe? Era muito legal compartilhar um interesse com alguém que sabe o que você passa, que te defende, que te entende.

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Hoje já é muito fácil encontrar meninas que jogam, sejam jogos de celular, de computador, de consoles, de tabuleiros, etc… Hoje a gente tem até grupos de meninas que jogam, e vira e mexe nos juntamos pra jogar juntas. Conversamos, trocamos dicas e até falamos de outras meninas que jogam – e são até famosas por isso. Mas antes quase nenhuma menina jogava. E eu preciso admitir que metade da satisfação que eu sinto em jogar hoje é porque eu nunca deixei de fazer o que eu amava porque os outros achavam que não era certo. Eu sempre fui quem eu sou independente do que os outros pensavam.

Você talvez tenha passado por algo como eu e foi julgado por fazer algo que outras pessoas diziam não ser apropriado para você por causa do seu sexo. Talvez você tenha deixado de fazer algo porque isso “não era pra você”. E fique sabendo que muitas mulheres deixaram de fazer coisas por esses motivos. Você não está sozinha.

Eu e quem disse, berenice? acreditamos que toda mulher deve ser LIVRE pra fazer o que ela quiser, o que ela achar que é para ela. Usar batom vermelho, arrasar no esfumado com glitter, cor, tudo que você quiser. E ainda deve usar essa maquiagem para, se você quiser, ir na farmácia comprar camisinha ou assistir um jogo de futebol.

Para mim o mais incrível é que quando você ama alguma coisa você faz aquela coisa ter a sua cara. Tipo a minha casa, é toda gammer, mas tem cara de casa de menina – menina que joga.

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Faça a sua vida do seu jeitinho! Com as coisas que você mais ama, e nunca deixe de fazer algo porque alguém acha que você não deve. A gente já tem “não” demais na nossa vida. Vamos nos dar mais “sim” porque nós merecemos!

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